Museu na Holanda ganha telhado de grama

Depois de oito meses de reforma, o Biesbosch Museum, na Holanda, foi reaberto ao público atualizado e ampliado.

Assinado pelo escritório de arquitetura Marco Vermeulen, o projeto criou uma nova ala com vista para o belo cenário do entorno, com restaurante orgânico e espaço para exposições temporárias de arte contemporânea.

Já a área interna da exposição permanente do museu, que explica o desenvolvimento histórico da região, foi projetada pelo estúdio Joyce Langezaal.

Como forma de criar um diálogo com as preocupações de segurança de abastecimento do país, que possui áreas convertidas em zonas de retenção de água, a terra ao redor do edifício foi removida, o que transformou o espaço em uma ilha artificial.

Depois da reforma, o museu ficou totalmente integrado à paisagem, graças ao telhado formado por gramas e ervas. Ao longe, o que se vê é um jogo de montanhas verdes.

 A questão da ecologia foi uma das grandes preocupações dos arquitetos, que preservaram recursos reaproveitando as construções antigas no projeto e camuflando o novo edifício em meio à natureza.

Biesbosch Museum, na Holanda

Biesbosch Museum, na Holanda

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